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“O conhecimento é visto como algo passivo, despolitizado e sempre intelectualizado, e a História que se produz dentro destes limites institucionais com esta perspectiva, não consegue mais do que formar profissionais que serão os reprodutores destas concepções, perspectivas, informações, saber, etc. (...) “O que é preciso distinguir, mas também concretizar é que não se trata de simplesmente reconstituir o empírico. O trabalho do historiador comporta sim um trabalho que não pode e nem deve ser superficial ou de segunda mão, mas uma verdadeira penetração direta na matéria histórica.”
Pelos fragmentos acima, pode-se afirmar que: