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Debulhar o trigo Recolher cada bago do trigo, Forjar no trigo o milagre do pão E se fartar de pão. Decepar a cana Recolher a garapa da cana, Roubar da cana a doçura do mel, Se lambuzar de mel. Afagar a terra, Conhecer os desejos da terra, Cio da terra, propícia estação E fecundar o chão. Debulhar o trigo Recolher cada bago do trigo, Forjar no trigo o milagre do pão E se fartar de pão. Decepar a cana, Recolher a garapa da cana, Roubar da cana a doçura do mel, Se lambuzar de mel. Afagar a terra, Conhecer os desejos da terra, Cio da terra, propícia estação E fecundar o chão. Debulhar o trigo, Recolher cada bago do trigo, Forjar no trigo o milagre do pão E se fartar de pão. Decepar a cana, Recolher a garapa da cana, Roubar da cana a doçura do mel, Se lambuzar de mel. Afagar a terra, Conhecer os desejos da terra, Cio da terra, propícia estação E fecundar o chão.
No verso “E se fartar de pão”, temos uma oração: