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As intervenções para reabilitação do paciente crítico são construídas a partir de um raciocínio clínico que envolve antes um planejamento, durante e após o contato direto com o paciente estão as ações: I- Análise da história pregressa e atual, bem como da funcionalidade prévia e avaliação, discussão sobre questões de segurança da mobilização.
II- Avaliação das reservas respiratórias e cardiovasculares do paciente para o exercício, bem como das necessidades de suportes como oxigenoterapia, equipamentos de mobilização.
III- Buscar a informação com a equipe médica sobre o prognóstico funcional e as indicações de exercícios para o plano terapêutico, bem como deixar aos cuidados da equipe para avaliação e monitorização, imediatamente após a realização das intervenções.
IV- Organizar os acessos e dispositivos, explicar ao paciente o plano terapêutico e reavaliar as respostas fisiológicas ao exercício.
V- Orientações à equipe, paciente e família a respeito do plano fisioterapêutico, mobilidade e capacidade física, bem como orientações para após o atendimento.
Podemos afirmar sobre essas ações: