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Paciente sexo feminino, de 67 anos, com hipertensão arterial sistêmica não controlada há oito anos, refere dispneia progressiva há 3 meses, com piora do quadro de dispneia paroxística noturna há duas semanas. Após internação hospitalar, evoluiu com insuficiência respiratória aguda, sendo encaminhada para o centro de terapia intensiva. Devido ao quadro hipoxêmico do paciente, o tratamento fisioterapêutico incluiu ventilação não invasiva (VNI), com pressão positiva contínua de vias aéreas (CPAP). O objetivo dessa conduta é: