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Quando ainda era criança, a bailarina norte-americana Isadora Duncan (1878-1927) começou a dançar sozinha apresentando-se em casa para a sua família. Aos 6 anos, ensinava as crianças dos vizinhos a movimentarem os braços graciosamente. Dizia à sua mãe que aquela era a sua escola de dança. A pequena Isadora transformou-se na grande profetisa da dança moderna. Pesquisando vasos e esculturas gregas em livros e museus, e prestando atenção às imagens dos dançarinos, ela construiu o seu ideal pessoal de dança: dançar descalça e de pernas nuas. Isadora foi ainda além, quando afirmou que “se a dança não vier de uma emoção interior e não exprimir uma ideia, não terá sentido.”
I- Praticar o pensamento cinestésico tornado presente por meio da ação corporal, poetizado pela criação de movimentos expressivos;
II- Criar, improvisando, movimentos expressivos a partir de diferentes formas corporais, como curvar, esticar, torcer, balançar, sacudir, respondendo a pulsações internas rítmicas, mudanças de tempo.
III- Aprender a estrutura e o funcionamento corporal por meio de diferentes formas de locomoção, deslocamento, sem se preocupar com a orientação no espaço.
De acordo com a aprendizagem da arte do movimento – a dança –, somente