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O fator de risco materno para infecção, nos casos de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS), em Neonatologia, é definido quando a evidência diagnóstica ocorreu nas primeiras 48 horas de vida. É considerado fator de risco materno:
Planejar, nas escolas em geral, tem sido um modo de operacionalizar o uso de recursos – materiais, financeiros, humanos e didáticos. As denominadas semanas de planejamento passaram a acontecer no início de cada ano como uma forma de efetivação de ações futuras dentro do ambiente escolar.
Pode-se considerar que o planejamento do ensino:
I- É a previsão inteligente e bem articulada de todas as etapas do trabalho escolar.
II- É a previsão das situações específicas do professor com a classe.
III- É o processo de tomada de decisões bem informadas que visam à racionalização das atividades do professor e do aluno.
IV- Deve envolver situações ensino-aprendizagem, possibilitando melhores resultados e, em consequência, maior produtividade.
V- É a previsão de todas as atividades que o educando realiza sob orientação da escola para atingir os fins da educação.
São verdadeiras as afirmações
O Diagnóstico de enfermagem pode ser de quatro tipos. Relacione o tipo de diagnóstico com o caso apresentado:
I- Diagnóstico de Enfermagem atual
II- Diagnóstico de Enfermagem de risco
III- Diagnóstico de Enfermagem de promoção da saúde
IV- Diagnóstico de Enfermagem de bem-estar
( ) Paciente, do sexo masculino, 60 anos, internado há 3 semanas, devido à pneumonia, será submetido a uma implantação de Cateter Venoso Central.
( ) Paciente, do sexo feminino, 78 anos, apresenta dor com intensidade avaliada entre 8 e 9 em uma escala de 10.
( ) Paciente, do sexo masculino, 30 anos, expressou força de vontade para continuar o acompanhamento de um câncer no pulmão com tratamento bem-sucedido.
( ) Paciente, do sexo feminino, 40 anos, em tratamento para depressão, expressou vontade de voltar a realizar higiene pessoal e praticar atividade física.
A sequência correta é
Considere um hospital regional de uma cidade com população de 100.000 pessoas. Você, como farmacêutico(a) recém admitido no serviço, é responsável pela assistência farmacêutica. Analise os critérios que devem ser observados para a programação do consumo de medicamentos para três meses nesse hospital:
I- A programação deverá ser feita a partir de uma lista de medicamentos padronizados.
II- A programação poderá ser feita com base no consumo médio mensal dos últimos 12 meses.
III- Deve-se avaliar quais medicamentos são para o tratamento de doenças sensíveis à sazonalidade para realizar o ajuste quantitativo.
IV Não é necessário considerar a posição de estoque para a programação, já que a mesma é para os três meses subsequentes.
Estão corretas as afirmativas
Relativamente ao Controle da Administração Pública, analise as assertivas a seguir:
I- A aprovação, pelo Senado Federal, dos Ministros do Tribunal de Contas da União indicados pelo Presidente da República, enquadra-se como um controle prévio.
II- Na esfera municipal, o controle externo será exercido pela Câmara Municipal, com auxílio do Tribunal de Contas.
III-A legitimidade ativa para ajuizar ação civil pública é uma prerrogativa exclusiva do Ministério Público.
IV-Em relação à ação popular, a pessoa jurídica de direito público ou de direito privado, cujo ato seja objeto de impugnação, poderá abster-se de contestar o pedido, ou poderá atuar ao lado do autor, desde que isso se afigure útil ao interesse público, a juízo do respectivo representante legal ou dirigente.
A quantidade de afirmativas corretas é
A construção civil enfrenta problemas de patologia em seus processos construtivos. As patologias mais comumente encontradas referem-se a revestimentos cerâmicos, principalmente nas fachadas de áreas externas. Assim, de forma a evitar estas patologias, é importante que sejam desenvolvidos e observados os seguintes documentos, EXCETO
A Fundação rasa ou direta transmite a carga da edificação ao terreno através das pressões distribuídas sob a base da fundação. As fundações superficiais estão assentadas a uma profundidade de até duas vezes a sua menor dimensão em planta. Os principais tipos de fundação superficial são
INSTRUÇÃO: As questões de (01) a (10) devem ser respondidas com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a elas.
Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
[1º§] No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
[2º§] O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
[3º§] A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
[4º§] Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
[5º§] Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
[6º§] Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
[7º§] Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
[8º§] A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:< http://revistacult.uol.com.br/home/2015/08/c onsumismo-da-linguagem-sobre-o-rebaixamento- dos-discursos/21/08/2015 >Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
O principal objetivo do texto 1 é