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Considerando a pesquisa, Percepções sobre desigualdade e pobreza: o que pensam os brasileiros da política social (LAVINAS, 2014), o posicionamento majoritário da população brasileira com relação às questões da pobreza, desigualdade e políticas sociais é pela
A crise caracteriza-se por aqueles momentos em que o sofrimento mental torna-se insuportável para o sujeito e/ou para aqueles que o cercam.
Analise os sinais de crise e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) Desvitalização intensa e inquietude psicomotora acentuada.
( ) Infantilismo, puerilidade e baixa autoestima.
( ) Atividade delirante-alucinatória.
( ) Situações de risco para o paciente ou terceiros.
A sequência correta é
Os caminhos passíveis de serem percorridos em cursos de formação de professores são variados e dependem do entendimento da instituição formadora e de seus mestres sobre o que venha a ser educação básica. Quanto aos currículos que compõem a formação dos professores de educação básica, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, NÃO se pode afirmar que
Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
[1º§] No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
[2º§] O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
[3º§] A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
[4º§] Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
[5º§] Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
[6º§] Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
[7º§] Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
[8º§] A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:
A Prefeitura de Barbacena está precisando executar a reforma numa escola municipal e, de acordo com o calendário escolar e a disponibilidade da Prefeitura, a mesma ocorrerá em 5 (cinco) meses. Para a execução da reforma, foi elaborado um orçamento que obteve um custo previsto no valor de R$200.000,00 (duzentos mil reais).
Cronograma físico-financeiro da obra elaborado pela Prefeitura
Atividades | % financeiro | % executado | ||||
Mês 1 | Mês2 | Mês 3 | Mês 4 | Mês 5 | ||
Reforma do telhado | 40% | 40% | 40% | 20% | ||
Reforma hidráulica | 10% | 100% | ||||
Reforma elétrica | 30% | 50% | 50% | |||
Pintura Geral | 20% | 40% | 40% | 20% |
Em relação à planilha apresentada, tem-se que
A Cia. Epsilon auferiu, no exercício de 2015, $ 500 milhões de receitas de vendas (incluindo os impostos) e $ 10 milhões de receitas financeiras decorrentes de aplicações financeiras e atrasos no recebimento de vendas a prazo. A empresa incorreu em $ 200 milhões em custos das mercadorias (líquidos dos impostos recuperáveis que incidem a uma alíquota média de 20%), $ 134 milhões em gastos com pessoal ($ 100 milhões em remuneração e benefícios, $ 8 milhões em FGTS e $ 26 milhões em INSS), $ 5 milhões em juros passivos e $15 milhões em resultado negativo da equivalência patrimonial. A partir dos dados disponibilizados, o Valor Adicionado Bruto (VAB) e o Valor Adicionado a Distribuir (VAD) no período foi de
A NBR 9050 diz respeito à acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Todos os órgãos públicos devem atender os princípios desta normatização, de forma a garantir o livre acesso às edificações públicas. Entre os requisitos desta norma, tem-se que