Um sujeito dirigindo seu carro em um túnel urbano, descreve a seguinte experiência: "De repente, eu senti uma terrível onda de medo, sem nenhum motivo. Uma desagradável sensação no estômago. Meu coração disparou, tive dor no peito e dificuldade para respirar. Pensei que fosse morrer." Tendo em vista a natureza repentina da experiência, podemos suspeitar de:
No campo das Teorias da Comunicação, a metáfora sobre o "Modelo de Agulha Hipodérmica" defendida por Katz e Lazarsfeld sobre os efeitos dos "media" no público de massa, se aplica à noção de que a audiência dos meios de comunicação de massa age sobre esse público de modo que:
Programa transmitido pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro e Record de São Paulo, que foi pioneiro no radiojornalismo brasileiro e influenciou todo o jornalismo para o rádio nos anos 50.
Na produção de conteúdo jornalístico muito se questiona o fator Notícia versus Reportagem. Muitos autores e estudiosos conceituam notícia como sendo algo que acontece, ou seja, vem ao encontro do repórter. Já a reportagem é:
Segundo a abordagem que discrimina diversas modalidades de liderança, um líder focado apenas nas tarefas, que toma decisões individuais e desconsidera a opinião dos liderados é consideradoumlíder:
Segundo a NR-9, considera-se nível de ação (NA), o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. O NA para os agentes químicos e para o agente físico ruído são, respectivamente:
Teste em simulador mostra os riscos de dirigir usando o celular
Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, usam um simulador para mostrar os efeitos do telefone celular nos motoristas. O aparelho de US$ 100 mil consegue até monitorar para onde a pessoa está olhando. O envio de mensagens de texto é uma das atividades que mais distrai ao volante.
Um motorista usando o celular tem quatro vezes mais chances de provocar um acidente. Essa possibilidade é a mesma para uma pessoa que bebeu e tem 0,8 de álcool no sangue. Até aparelhos que deixam as mãos livres, como o bluetooth, não eliminam os riscos.
"Gastamos milhões equipando os carros com air bags, melhores freios e pneus para que fiquem mais seguros, mas o número de fatalidades no trânsito permanece constante. Um dos motivos é o aumento da distração com outros equipamentos dentro dos veículos", analisa David Strayer, professor de psicologia, responsável pela pesquisa da Universidade de Utah.
AestudanteAnne MacLaren, de 19 anos, foi uma das voluntárias no simulador. Durante o teste, ela acabou batendo no carro da frente quando mandava mensagem de texto. Entre outros candidatos, muitos perderam a entrada que deveriam pegar e alguns nem viram que tinham passado por ela.
Os motoristas superestimam suas habilidades de serem 'multitarefas' no volante. A maioria dos americanos reconhece o perigo, mas continua usando o telefone, passando mensagens de texto e acessando a internet.Alguns até abrem os laptops e outros aparelhos eletrônicos, transformando o carro em um centro de entretenimento.
Como a legislação difere entre os estados americanos, pesquisas frequentes ajudam a estimular o debate. Em 2003, um estudo da Universidade de Harvard concluiu que distrações provocadas pelo uso do telefone celular levam a 2600 mortes no trânsito todo ano, além de 330 000 colisões com ferimentos moderados ou leves.
(gl.globo.com/notícias/mundo - acesso em 08/03/2010)
Marque a opção que apresenta, respectivamente, a ideia expressa pela conjunção "como" em cada uma das frases abaixo.
"Até aparelhos que deixam as mãos livres, como o bluetooth, não eliminam os riscos."
"Como a legislação difere entre os estados americanos, pesquisas frequentes ajudam a estimular o debate."
"...como eu ia dizendo, é muito mais econômico você andar devagar e ser assaltado por mim do que correr e ser assaltado pelo radar."