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Em 1950, a taxa de escolarização geral da população era de 20,26% no Brasil. Nessa época, apenas 50% da população escolarizável frequentavam a escola primária e apenas 4% frequentavam a escola secundária. Em 1970, para a população na faixa etária dos 7 – 19 anos, a taxa de escolarização era de 55%. (Romanelli, O. História da Educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2001, p. 80-81). Já na década de 1980, a taxa de escolarização da população de 7 – 14 anos (faixa de escolarização obrigatória) era de 80,4%. Em 1987 pouco ultrapassava os 82% . (Cunha, L. A. Educação, Estado e Democracia no Brasil). Os dados da PNAD 2008 mostram que hoje a taxa de escolarização da população de 6 – 14 anos é de 97,5%. Por outro lado, levando-se em conta os índices de aproveitamento de conteúdos escolares medidos pelos exames nacionais de avaliação de desempenho, esses resultados têm se mostrado bem menos otimistas, indicando aproveitamento ainda bastante insatisfatório. A alternativa que melhor resume o modelo geral de ampliação do acesso à escola no país a partir de meados da década de 1990, levando-se em consideração os dados indicados acima, define esse modelo como: