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Nas palavras de Profice e Tiriba, “Nos contextos urbanos brasileiros, o emparedamento das crianças em creches e escolas constitui mais a regra do que a exceção. Em um estudo realizado nos Centros de Educação Infantil (CEIs) de Blumenau (SC), verificou-se que na maioria das unidades que atendem por um período de 12 horas, as crianças permanecem em espaços entreparedes durante 8, 9, 10 horas ou mais (SILVA, Aida Maria Monteiro. TIRIBA, Léa (orgs.). Direito ao ambiente como direito à vida: desafios para a educação em direitos humanos. São Paulo: Cortez, 2014. p. 65-66)”.
De acordo com o conceito de emparedamento apresentado pelas autoras, é correto afirmar que