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Escolas, inclus3o social e a crian1a com defici9ncia
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Eu estava cuidando da loja de minha m3e, quando uma cliente apareceu acompanhada de um rapaz de 17 anos muito agitado, falante pra caramba, mas que n3o articulava muito bem as palavras. A mulher me contou que esse menino era hiperativo e tinha um atraso mental de 11 anos. Ou seja, ele tinha a mentalidade de uma crian1a de 6 anos. Ela contou como estava dif3cil arranjar uma escola para o neto. Que j1 o tinha colocado na APAE, mas o despreparo era muito grande: ele estudava numa sala com outras tantas crian1as de variadas idades e defici9ncias, com n3veis de dificuldade de aprendizagem e necessidades espec3ficas muito diferentes das que ele tinha. Por conta disso e sem ver o desenvolvimento acontecer, a fam3lia o tirou da escola especial e o matriculou na escola regular. Depois de muita discuss3o e briga, colocaram-no na 80 s9rie. Mas como manter na oitava s9rie um rapaz que tem a mentalidade de uma crian1a de 6 anos e ainda n3o aprendeu nem a ler ou escrever?
A 9nfase na inclus3o social com a matr3cula de crian1as deficientes em escolas regulares de ensino ocorre com o intuito de promover a