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Ao dialogarmos sobre a função social da educação e da escola, estamos julgando a educação no sentido complexo, amplo e diversificado, o que inspira uma ruptura com sua forma histórica presente frente às exigências e aos novos desafios a serem enfrentados pela educação e pelas instituições de ensino. Não é sem razão que Nadal (2019), ao expressar que a educação é uma prática milenar e a escola, secular, evidencia o descompasso entre escola e sociedade, o que pressupõe uma recomposição em termos do papel da escola à luz de um projeto de modernidade.
Nesse contexto, a partir do fragmento acima, analise as afirmações que descrevem com exatidão a função social da escola a seguir.
I) Prover a transmissão de certas competências e habilidades necessárias à sobrevivência e a competitividade no mundo do trabalho altamente seletivo.
II) Privilegiar o desenvolvimento das capacidades de organização, disciplina, autocontrole, a fim de que o aluno possa – na trajetória de sua escolarização e de sua vida adulta – trabalhar com seu corpo e seus conhecimentos, visando se autogovernar num tempo que exige processamento rápido num espaço complexo, devido a sua amplitude.
III) Primar pela assimilação crítica dos saberes, compondo uma formação ética voltada para a participação na construção do bem comum.
IV) Garantir com exclusividade a apropriação do saber sistematizado, mediante o qual se desenvolve as capacidades intelectuais.
V) Abrir espaços para acolher as dimensões experienciais, afetivas e locais.
Está correto o que se afirma em: