///
Considerando a função de supervisora no contexto histórico brasileiro, em 1549, são iniciadas atividades educativas pelo jesuíta Manoel da Nóbrega que formulou um plano de ensino em que se encontra a referida função, sem manifestar a ideia de supervisão, surgindo o Ratio Studiorum. Sobre o Ratio Studiorum, analise.
I. Trata-se de um plano de regras sobre as atividades educativas, que regia o reitor, o prefeito de estudos, os professores, as disciplinas, as provas escritas, o bedel, os alunos, enfim, tudo era regido por este plano.
II. Trata-se de um plano que ocorreu durante as Reformas Pombalinas, quando os jesuítas foram expulsos do Brasil, pois se entendia que estes eram muito conservadores, visto que as mudanças já estavam acontecendo e os jesuítas insistiam em dominar o pensamento pedagógico da época. Percebe-se, então, que o supervisor já tinha alguma autoridade, mas muito longe de uma autonomia.
III. Trata-se de um plano em que o diretor era o reitor e o prefeito de estudos era seu assistente, a quem os professores e alunos deveriam obedecer. A função de prefeito de estudos era regulada por trinta dessas regras, e por diversas vezes ele assumia o papel de bedel e inspetor, pois assistia às aulas dos professores e lia apontamentos dos alunos, e o que não conseguisse resolver deveria levar ao conhecimento do reitor.
IV. Trata-se de um decreto em que a primeira lei da educação instituiu, em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império, que houvessem escolas de primeiras letras quantas fossem necessárias. Essa lei determinou em seu Art. 5º que os estudos se realizassem seguindo um método chamado de “Ensino Mútuo”, onde o professor atuava como docente e supervisor, instruindo monitores (alunos mais avançados) para auxiliá-los na supervisão das atividades dos demais alunos.
Estão corretas apenas as afirmativas