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“Considerando que a avaliação só tem sentido quando está voltada para a melhor formação da cidadania. Assim, a partir dessa concepção, a prática da avaliação supera a justaposição entre ‘solicitação do professor’ – ‘expressão do aluno’, em direção à interação professor-aluno-objeto do conhecimento da realidade. A avaliação não como juízo da pessoa, mas como diálogo, pesquisa, compromisso. ‘Entendemos a avaliação como um juízo de qualidade sobre dados relevantes, tendo em vista uma tomada de decisão’.” (Luckesi, 1995.)
De acordo com o exposto, essa concepção vê a avaliação como um processo contínuo e paralelo ao processo de ensino-aprendizagem, o que permite a utilização da avaliação através das seguintes modalidades, EXCETO: