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“A inovação tem sido colocada para as empresas enquanto meta para garantir sua competitividade frente aos mercados concorrenciais. Inicialmente um objetivo da firma, o estímulo à inovação torna-se um desafio governamental, tendo em vista sua capacidade de impulsionar e movimentar a economia nacional e, em última escala, de impactar o próprio desenvolvimento econômico dos países. Os governos se veem, então, compelidos a buscar alternativas políticas para fomentar a inovação no ambiente de negócios de seus países. Entre as alternativas disponíveis, a utilização do chamado poder de compra dos Estados ganha espaço, enquanto instrumento político para a indução de inovações, opção já adotada em países europeus e que começa a ganhar espaço na agenda política brasileira (Revista de Administração e Inovação, São Paulo, v. 9, n. 2, p. 175-197, abril/ jun. 2012).”
O texto mostra que a administração pública também é um espaço para o empreendedorismo e inovações e que cada vez mais cobram-se convergências e avaliam-se diferenças entre a gestão pública e a gestão privada. As afirmativas abaixo estão em linha com esses conceitos, EXCETO