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Na BPMN, as atividades em um processo podem ser definidas como uma sequência de passos.
Passos de processamento aparecem em fluxogramas e, normalmente, são representados por retângulos.
Uma das desvantagens do uso do BPMN é que ele não é suportado por ferramentas de BPMS das organizações.
As abordagens de modelagem de processos podem ocorrer de cima para baixo (top-down), do meio para fora (middle-out) ou de baixo para cima (bottom-up).
O Mapeamento do Fluxo de Valor visualiza etapas do processo, identifica desperdícios e propõe melhorias para otimizar a entrega de valor.
Segundo o BPM CBOK 3.0, a criação do “TO-BE” do processo de negócio deverá ser realizada desconsiderando completamente o modelo “AS-IS”.
A reengenharia visa a alcançar melhorias em indicadores de desempenho, tais como lucratividade, competitividade e efetividade.
O símbolo de padronização para a operação é um quadrado.
O fluxograma é a representação social da sequência de um processo.
Na modelagem de processos em BPMN, as atividades em um processo nada mais são do que uma sequência de passos.
No BPMN, o fluxo padrão representa o caminho padrão a ser seguido caso todas as outras condições retornem falso.