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Refletir sobre os limites formativos das práticas corporais de caráter competitivo é sempre recorrente. Antes de afirmar uma possibilidade de formação emancipatória, essas práticas concorrem para perpetuar a reificação dos indivíduos e de suas relações com a sociedade e com os demais indivíduos, uma vez que as práticas competitivas são, por definição, seletivas e, portanto, excludentes. Vários autores têm confrontado as ideias da racionalidade, afirmando que a pedagogia do esporte na infância e adolescência sustenta uma prática pedagógica que se resume às intervenções no campo da racionalidade e da produtividade descaracterizando o caráter lúdico do jogo. Os professores podem favorecer a ruptura desse paradigma ao adotar uma prática pedagógica que invista: