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Um paciente vítima de traumatismo raquimedular alto (nível C4) chega à emergência com pressão arterial de 80/40 mmHg, frequência cardíaca de 54 bpm e extremidades quentes e rosadas. A fisiopatologia deste estado de choque distributivo (neurogênico) difere fundamentalmente do choque hipovolêmico clássico. A alteração hemodinâmica primária responsável por este quadro e o tratamento farmacológico vasopressor de escolha para restaurar a perfusão são: