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No livro “Paulo Freire em diálogo com a educação de jovens e adultos”, de Dantas et al., (2020), no capítulo 3, “Educação de Jovens e Adultos e as tecnologias: contribuições freirianas numa perspectiva de mudança,” dos autores Cassol, Pereira e Amorim, são feitas algumas colocações.
( ) Pensar na Educação de Jovens e Adultos, (EJA), implica refletir sobre estudos e práticas que sustentam de maneira efetiva as mudanças ocorridas no âmbito do reconhecimento de todos os indivíduos, que buscam a escola na expectativa de formação e oportunidade de inserção no espaço social.
( ) Nesta perspectiva, faz-se necessário tencionar discussões acerca das condições existentes de acesso dos sujeitos jovens e adultos ao conhecimento das tecnologias, percebendo, nesse espaço de conectividade, lugar propício ao conhecimento e expectativas pessoais e sociais, como também maior mobilidade no campo do trabalho.
( ) Entendemos que isso só será possível a partir da consciência e participação de todas as pessoas, do reconhecimento de direito desses indivíduos, de formulação e implementação de políticas públicas voltadas para a educação desses jovens, homens e mulheres trabalhadores.
( ) Nestes termos, no atual contexto da EJA, as mudanças constituem elemento fundamental no processo de emancipação dos sujeitos, promovendo o convívio diário com situações que problematizam e refletem a realidade social.
Conforme os referidos autores, atribua (V) para verdadeiro e (F) para falso, depois indique a alternativa com a sequência correta.