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“Discípulo e sucessor de Tales de Mileto, recusou-se a ver a origem do mundo real em um elemento particular. Todas as coisas para ele são limitadas e o limitado não pode ser, sem injustiça, a origem das coisas. Do ilimitado surgem inúmeros mundos, estabelecendo a multiplicidade; a gênese das coisas a partir do ilimitado é explicada através da separação dos contrários em consequência do movimento eterno. Para ele, o princípio das coisas (a arqué) não era algo visível, era uma substância etérea, infinita”.
A proposição apresentada refere-se ao filósofo