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A proposta de legislação a respeito da Internet a ser votada traz uma série de mecanismos que protegem o internauta de ter sua navegação monitorada e resguardam seus dados pessoais na rede — medidas que ganharam relevo após o escândalo de espionagem norte-americana.
Hoje, nada impede que uma empresa colete informações do internauta e as repasse a terceiros. Tampouco existem regras para o usuário pedir a exclusão de seus dados após deixar de usar certa aplicação (uma rede social, por exemplo).
Manter a situação como está interessa apenas às empresas que fazem uso comercial desses dados.
Mantêm-se as informações originais e a correção gramatical do texto ao se substituir a palavra “monitorada” (R.3) por bloqueada.