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70 questões encontradas
A Constituição Federal de 1988 apresenta os fundamentos do Direito Ambiental brasileiro em diversas normas sobre o assunto, inclusive dedicando um de seus capítulos à proteção do meio ambiente ecologicamente equilibrado.
A esse respeito, é INCORRETO afirmar que a(o)
O ordenamento jurídico brasileiro traz importantes normas sobre a proteção de biodiversidade, dentre as quais se destacam a Lei Federal nº 4.771/1965, que dispõe sobre o Código Florestal, e a Lei Federal nº 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.
De acordo com o regime jurídico de proteção da biodiversidade,
As normas jurídicas brasileiras sobre os instrumentos processuais e extraprocessuais voltados para a garantia da preservação do meio ambiente ecologicamente sustentável estabelecem que a(o)
Considerando as normas em vigor no Direito brasileiro sobre responsabilidade ambiental, é INCORRETO afirmar que
A Política Nacional do Meio Ambiente, instituída pela Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, foi, sem questionamento, um passo pioneiro na vida pública nacional, no que concerne à dinâmica da realidade ambiental. Esse caráter de vanguarda não se limitou à esfera do meio ambiente: teve significado também na história da Administração Pública brasileira.
MILARÉ, Édis. Direito do Ambiente: doutrina, prática, jurisprudência, glossário. 7 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011, p. 405.
No que se refere à Política Nacional do Meio Ambiente e seus instrumentos,
O Banco Y S/A, sociedade de economia mista, propõe ação civil pública para proteger bens de valor artístico que estariam sendo depredados por um determinado município.
A legitimidade ativa para a ação civil pública é conferida a
Em termos de ação rescisória, sob o prisma estritamente legal, o Ministério Público tem legitimidade para propor a referida ação em caso de
Cássio propõe ação condenatória através de procedimento ordinário, buscando indenização em decorrência de ato ilícito praticado por Flávio. No curso do processo, o Juiz determina a realização de prova pericial, ocorrendo a nomeação de perito, apresentação de quesitos e designação de assistentes técnicos pelas partes. O laudo pericial é cumprido no prazo outorgado pelo Juiz. Insatisfeito com o resultado da perícia, o autor requer o depoimento do perito em audiência.
Sobre tal tema, o
Carlos promove em face de Felipe ação com pedido de reintegração de posse aduzindo diversas violações pelo réu que, consoante aduz na sua peça exordial, provará no curso do processo. Citado, o sujeito passivo apresenta a defesa cabível, ocorrendo a realização de audiência de instrução e julgamento. Sem a ciência das partes, o magistrado que preside o processo realiza inspeção pessoal no local da coisa e, com base nas suas impressões decorrentes da referida diligência, prolata sentença.
A inspeção pessoal
Mauro propõe ação de preceito cominatório em face de Ricardo, ocorrendo a regular citação do réu. Após a produção das provas necessárias ao deslinde da demanda, o magistrado responsável pelo processo julgou extinto o processo sem exame de mérito, com base no art. 267, VI, do CPC, por vislumbrar a incidência de ilegitimidade passiva ad causam. O autor apresentou o recurso de apelação, e, no julgamento, o Tribunal reformou a sentença, reconhecendo a procedência do pedido formulado pelo autor e condenando o réu em honorários de 10% do valor da causa e nas custas do processo.
Tal hipótese caracteriza a aplicação da teoria da causa